Muito antes do Tinder, do WhatsApp e da paquera tecnológica, os
galanteadores davam seu jeito. Prova disso, por exemplo, é o “cartão da
paquera”.
O bilhete diz: “Por ti minha alma sofre (sic). E feliz seria si V. Ex. aceitasse (sic) os meus protestos de amor”. E, determinado, deixava ao destinatário três opções: “Dobrando o canto direito do cartão será o sim”; “O canto esquerdo será o não” e “Devolvendo o cartão intacto dará uma esperança”.
O autor do galanteio é desconhecido, mas sabe-se que o dono do cartão obteve sucesso na empreitada: o bilhete conta com uma marca de dobradura no canto inferior direito. Pesquisa: Ravel Gimenes Via Página Votuporanga Antiga no Facebook
O bilhete diz: “Por ti minha alma sofre (sic). E feliz seria si V. Ex. aceitasse (sic) os meus protestos de amor”. E, determinado, deixava ao destinatário três opções: “Dobrando o canto direito do cartão será o sim”; “O canto esquerdo será o não” e “Devolvendo o cartão intacto dará uma esperança”.
O autor do galanteio é desconhecido, mas sabe-se que o dono do cartão obteve sucesso na empreitada: o bilhete conta com uma marca de dobradura no canto inferior direito. Pesquisa: Ravel Gimenes Via Página Votuporanga Antiga no Facebook

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